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O que é “Erva do Gato”?

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Fonte: Cachorrogato

Da família das hortelãs, Nepeta Cataria é o nome científico para a Catnip, popularmente conhecida como a “Erva do Gato”. A catnip é nativa da Europa, África e Ásia, e é conhecida pelos seus efeitos estimulantes nos gatinhos que entram em contato com suas folhas.

As folhas da catnip possuem uma substância chamada Neptalactone, que age no cérebro do gato e provoca alterações no seu comportamento, podendo fazer com que ele fique mais agitado, mie, e procure mais contato com a planta, rolando sobre ela, ou tentando lamber.

Estima-se que 70% dos gatos sintam os efeitos da erva. Filhotes de gato ou gatos mais velhos dificilmente respondem aos efeitos da catnip, sendo ela mais eficaz nos bichanos que estão em idade reprodutiva. O efeito dura cerca de dez minutos para cada vez que o gato entrar em contato com a erva.

A Catnip pode ajudar a reduzir o estress do seu bichano?

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A catnip pode tanto aliviar o stress para gatos muito ativos, que vivem arranhando e danificando objetos da casa, quanto pode servir de estimulante para gatinhos muito apáticos e desanimados.

 

 

Fonte: Cachorro Gato

 

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Alimentos saudáveis para seu Pet

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Fonte: Revista Meu Pet

Pra variar o cardápio!!!

Podemos oferecer, além da ração, alguns alimentos saudáveis para os nossos melhores amigos, como por exemplo, alguns tipos de carnes, farelos, legumes e frutas. Estes alimentos, ajudam a deixar a dieta mais variada, além de acrescentar em alguns nutrientes, que vão contribuir para a saúde do seu peludo!
Confira alguns alimentos saudáveis, que podem ajudar a variar o cardápio do seu peludo:

Atum, sardinha e salmão sem corantes

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Fonte: Cookie

Peixe é extremamente benéfico, pois é rico em ômega 3. Esse ácido graxo é ótimo para a pelagem do seu cão, pois a deixa mais brilhante e saudável.Além disso,  o peixe  tem muitas proteínas e vitaminas. Ou seja, quando o animal é alimentado com atum, sardinha ou salmão (selvagem, do mar), tem o sistema imunológico fortalecido.

Carne magra (Patinho, Maminha, Músculo, Lagarto, Filé mignon, Coxão duro, Coxão mole)

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Fonte: Viver na boa

A carne magra é altamente benéfica, pois tem muitos aminoácidos e vitaminas do complexo B.

Fígado bovino

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Ele tem uma função bem semelhante à da carne branca.

O fígado é conhecido como uma grande fonte de vitaminas B, A e K, além de conter ferro.

Você pode comprá-lo fresco em supermercados e cozinhar ou assar em casa.
Observação: Não exagere na quantidade de fígado que oferece ao seu cachorro, pois esse alimento, em grande quantidade, é tóxico.
Não dê mais do que 1 grama de fígado fresco por quilo de peso corporal do seu animal – e o consumo pode ser diário.

 Aveia

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Fonte: Clinica Trinutrix

Ela é rica em fibras, o que é essencial para o seu cão (principalmente se ele já for idoso), pois tende a sofrer com problemas de irregularidade intestinal.

 Cozinhe a aveia antes de servir.

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Fonte: glicose.com.br

Ela é uma grande fonte de vitamina B6, C, betacaroteno e manganês.

No entanto, precisa ser consumida pelo seu cão depois de cozida no vapor.

Ovo cozido

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Fonte: Vila do Pet

É excelente para a dieta dos cachorros, é um verdadeiro suporte de proteínas.

 Salsa

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Fonte: Lolipet

É uma boa fonte de betacaroteno, potássio e cálcio.

Além  disso, combate o mau hálito dos peludinhos – basta adicionar algumas colheres de sopa de salsa picada na comida.

 Pera

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Fonte: Farejapet

Pode deixar seu cão comer peras, mas remova as sementes, pois são tóxicas para eles.

 Queijos e requeijão

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Fonte: Verde Campo

O queijo é rico em gordura, por isso escolha os que têm baixo teor de gordura.

Queijo cottage é uma ótima escolha – é rico em cálcio e proteína.
No entanto, certifique-se que o seu peludo não é intolerante à lactose antes de adicionar esse lanche à dieta dele.

Pipoca

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Fonte: Saúde Dica

A pipoca é um lanche de baixa caloria.

Ela contém potássio, o que é ótimo para os ossos, além de sais minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

Só tenha atenção para não colocar nem sal nem manteiga.

 

 

Linhaça

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Fonte: Nação Verde

Ela é uma grande fonte de ômega-3, que é ótima para a pele e pelagem de seu cão.
Tanto as sementes como o óleo de linhaça devem ser armazenados na geladeira, dentro de um recipiente hermético e escuro.

Ervilhas

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Fonte: Cachorro pode comer

Elas são uma grande fonte de potássio, fósforo e vitamina B. 

Você pode acrescentá-las na dieta do seu cachorro.
Prefira ervilha natural, pois a em conserva tem normalmente muito sal.

Brócolis

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Fonte: Saúde Dicas

Este vegetal é rico em vitaminas e bastante nutritivo para os cães. 

No entanto, você precisa garantir que a dieta do seu amiguinho não vai ter muito brócolis, caso contrário, se ele consumir brócolis em excesso, pode ter uma irritação gastrointestinal.

Cenouras

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Fonte: Saúde Dicas

Elas possuem baixa caloria e são ricas em fibras e betacaroteno. 

Além disso, maravilhosas para o desenvolvimento e limpeza dos dentes caninos.

Você pode oferecer cenoura como um petisco natural.

 

 

Fatias de maçã (sem as sementes)

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Fonte: Imagem Biz

As maçãs são uma boa fonte de vitamina A e C, além de fibras.
Alimentando o seu cão com fatias de maçã, você estará ajudando na limpeza dos dentes caninos, pois a maçã remove os resíduos que ficam nos dentes – não se esqueça de tirar as sementes antes de oferecer a fruta.

Salada de frutas

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Fonte: Fruta e Raiz

Uma boa salada de frutas para os cachorrinhos é a mistura de melão, maçã (sem sementes), banana, melancia e morango. 

 Coco e óleo de coco

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Fonte: Saúde Dica

São altamente benéficos para as pessoas e cães. 

O coco contém ácido láurico, que destrói bactérias patogênicas e diferentes formas de vírus.
A alimentação adequada, rica em alimentos naturais, mantém o organismo saudável, evitando doenças e proporcionando maior qualidade de vida e bem-estar para o seu melhor amigo.
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Passeios e atividades físicas no inverno

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Fonte: Getninjas

E o inverno chegou…

No inverno a tendência é ficarmos mais dentro de casa, não praticar muitos exercícios e comer…comer muito!!!

Os nossos peludos seguem o nosso ritmo, e acabam ficando menos ativos, dormem e comem mais, proporcionando, em muitos casos, um ganho de peso.

Não devemos reduzir nossas atividades físicas no inverno, pois o nosso organismo deve se manter ativo. E os nossos amigões devem nos acompanhar.

Os passeios e atividades como corrida, devem ser realizados também no inverno, mas com alguns cuidados extras, como por exemplo:

  • Leve seu cão para passear, nas horas mais quentes do dia e em locais secos e protegidos do vento;
  • Leve água para ele se hidratar, pois mesmo com o frio, os cães sentem sede, ainda mais se correrem muito;
  • Se o seu peludo acabar se molhando, ou se sujando muito, dê um banho morno e seque com secador de cabelos,para evitar que fique molhado e possa se resfriar ou mesmo desenvolver fungos na pele;
  • Após o passeio e as brincadeiras, mantenha seu cão aquecido e ofereça água fresca.

A rotina de atividades do seu peludo deve ser mantida também no inverno. Claro que em dias de chuva, não devemos expor os nossos amigões, mas com dias de sol, eles adoram correr e brincar para se esquentar!!!

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TVT – Tumor Venéreo Transmissível

Os cães também possuem doenças sexualmente transmissíveis?

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Fonte: Dicas Culturais

O que é o TVT?

Tumor venéreo transmissível canino (TVT), também chamado de Sarcoma Venéreo Transmissível Canino, Tumor de Sticker ou Sarcoma Infeccioso é um tumor hitiocítico dos cães e outros canídeos transmitido de animal para animal durante a cópula (relação sexual).

É um dos três únicos tumores transmissíveis conhecidos, sendo que um outro deles é Tumor Facial, um câncer que ocorre no Diabo da Tasmânia.

As células tumorais são os próprios agentes infecciosos, e os tumores que se formam não são geneticamente relacionada com o cão hospedeiro (não se originam das células do hospedeiro)

O TVT é um tumor histiocitário que pode ser transmitido entre cães através do coito, se lambendo, mordendo e cheirando nódulos tumorais nas áreas afetadas.

Como acontece a transmissão do TVT nos cães?

TVT é mais comumente visto em cães sexualmente ativos em climas tropicais e subtropicais. A doença é transmitida quando os cães se acasalam, e pode mesmo ser transmitida a outras espécies de caninos, tais como raposas e cachorros do mato. A regressão espontânea do tumor pode ocorrer, provavelmente devido a uma resposta do sistema imune do paciente. Esse tumor não costuma dar metástase, exceto em cães filhotes e imunocomprometidos. A metástase é mais comum nos gânglios linfáticos regionais, mas também pode ser visto também na pele, cérebro, olho, fígado, baço, testículos etc.

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Fonte: Pet Care

O tumor tem um aspecto verrucoso lembrando uma couve flor e sangra com facilidade. Nos machos, o tumor afeta o pênis ou prepúcio e nas fêmeas a vagina, vulva e ânus. Como a transmissão é por contato e como os cães nos períodos de acasalamento se cheiram e se lambem, no processo de identificação e de dominância é comum encontrarmos essas lesões tumorais nos narizes, lábios, ânus, olhos além dos órgãos genitais.

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Fonte: Pet Care

Tem tratamento?

O diagnóstico é por exame de citologia em esfregaço em lâmina e o tratamento é normalmente feito com Quimioterapia e as vezes com remoção cirúrgica.

Quando a doença é diagnosticada no começo, e a lesão ainda é pequena, a resposta à quimioterapia é excelente.

Tratando o nosso mascote Reiki

Este é o nosso mascote do Pet Terapias Naturais, o Reiki, realizando sua última sessão de quimioterapia, para o tratamento da TVT.

No caso do Reiki, a doença foi diagnosticada no início, então o tratamento foi menos agressivo. Porém, ele acabou ficando com medo de agulha e ficava muito agitado quando entrava no consultório.

Terapias para o Reiki

Realizei algumas terapias com o Reiki, para ajudar a diminuir este medo e a agitação dele. Fiz sessões de Reiki antes das aplicações de quimioterapia e administrei Florais durante o período do tratamento.

O resultado vocês podem ver na cara dele e da médica veterinária. Ele ficou bem mais relaxado e não demonstrou mais medo de agulha.

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Reiki na Clínica Nossa Senhora da Luz, realizando a última sessão de quimioterapia.                                                                                                          Veterinária Responsável: Marcia Tkacz

Fonte: Pet care

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Por que os Pets estão vivendo mais?

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Fonte: ndonline

Velhinhos mas conservados!

Da mesma forma que o homem cada vez mais tem aumentado a sua longevidade, nos Pets este fenômeno está acontecendo também. Com certeza os animais de companhia estão vivendo mais e temos que estar atentos a uma série de detalhes.

Até a uns 10 anos atrás, era muito comum os cães morrerem de doenças infectocontagiosas, tais como: cinomose ou parvovirose, pois as vacinas naquela época não eram tão eficientes quanto hoje e, também, a grande maioria das pessoas não vacinava os animais, ou por falta de informação ou pelo próprio custo da vacina que era mais caro naquela época. Desta forma era comum os animais, ou não chegarem a fase adulta (1 ano de idade), ou morrerem adulto jovem, não chegando a velhice. Este é um dos principais motivos, ou seja, a evolução da indústria farmacêutica veterinária.

A outra causa foi a evolução da indústria das rações comerciais, pois a partir do momento que os animais alimentam-se de uma comida nutricionalmente balanceada, eles acabam também vivendo mais ou apresentando menos problemas nutricionais.

A questão é que viver mais não é necessariamente viver melhor. Na verdade os animais estão mais longevos, no entanto, não estão vivendo necessariamente melhores.

O que tem acontecido nos últimos anos é um aumento da prevalência das doenças crônico degenerativas, como câncer, diabetes, artroses, doenças de coluna, cardiopatias em detrimento ao passado, onde a rotina clínica eram as doenças agudas, como verminoses, doenças virais etc.

Em Países mais desenvolvidos como na Europa e Estados Unidos este fenômeno já é uma realidade a anos.

Desta forma atualmente a geriatria, que é uma especialidade da medicina, está sendo vagarosamente incorporada a medicina veterinária e se ela não existe de fato, está sendo praticada muita mais pelos clínicos veterinários.

Terapias Naturais indicadas para animais idosos

As Terapias Naturais ou Alternativas, podem ajudar muito os nossos velhinhos na fase mais complicada da vida deles.

Os animais idosos, geralmente apresentam dores articulares, problemas locomotores e ósseos, ou mesmo uma dificuldade para se locomover.

Seus ossos já estão desgastados e os músculos não são mais tão vigorosos, então acabam sentindo dores.

Algumas terapias como a Acupuntura, Massoterapia, Reiki, Quiropraxia e Florais, podem ajudar a diminuir as dores e o desconforto do seu melhor amigo, proporcionando maior bem-estar e qualidade de vida.

Fonte: Monamigo

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Banhos no inverno

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Fonte: Adimax Pet

No inverno temos o costume de tomar banhos mais quentes e isso acaba prejudicando a nossa pele.

Assim como nós, os cães possuem uma proteção natural na pele, que fica prejudicada com banhos muito quentes ou em excesso.

Mesmo os cães que possuem a pele mais oleosa, como os da raça Pug, Lhasa Apso, Chow Chow, Sharpei, não devem tomar banhos muito frequentes, pois a pele sem proteção pode provocar descamações, proliferação de fungos e bactérias, causando problemas de pele graves.

Então, evite dar banhos com muita frequência no seu Pet, nada mais que a cada 15 ou 20 dias, pois ao invés de deixá-lo bonito e cheiroso, vai acabar causando um problemão para ele.

Fonte: Portal do Dog

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SAS – Síndrome de Ansiedade de Separação

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Fonte: Pet Mag

Você já ouviu falar na Síndrome de Ansiedade de Separação?

Conhecida como SAS, a Síndrome de Ansiedade de Separação acomete mais de 80% dos cães hoje em dia.
Os sintomas geralmente são confundidos com hábitos comuns dos cachorros e vistos como uma demonstração de carinho do animal com o dono.
Sabe aquela festa que seu cachorro faz quando você chega? Ou como ele fica tristinho quando você vai sair? Parece uma gracinha, mas na verdade isso pode estar prejudicando a saúde do seu peludo!

É uma doença emocional muito comum nos cães e ocorre principalmente quando eles ficam muito tempo sozinhos.

Sintomas da SAS

  • Comportamentos destrutivos: roer móveis, destruir objetos como móveis, paredes, portas e janelas;
  • Lambedura excessiva das patas;
  • Depressão, tristeza, falta de apetite e letargia;
  • Latidos constantes, uivos e choros;
  • Urinar e defecar em locais errados.

Como reconhecer a SAS?

A SAS gera um grande nível de stress ao animal. Eles ficam muito nervosos cada vez que o dono sai de casa, às vezes até mesmo quando o dono simplesmente sai do cômodo em que estava.
Com medo de ficar sozinho ou de ser abandonado, o animal se agita, late sem parar na ausência do dono, anda pela casa inteira sem parar, pode ficar sem comer e sem beber, faz as necessidades fora do lugar, tenta fugir pela janela ou pela porta, arranha móveis e paredes e pode até se machucar mordendo ou lambendo excessivamente as patas.

A SAS é provocada por quais situações?

A SAS pode acometer qualquer raça e qualquer idade. Pode ser por conta de um evento traumático que o animal passou (maus tratos antes de chegar à casa do dono, períodos muito longos sozinho, medo de alguma coisa, etc), pode ser apego excessivo ao dono que cria uma relação de dependência, pode ser medo de ser abandonado, principalmente se isso já tiver acontecido na vida do animal, mudanças na rotina como um novo bicho ou a saída de pessoas da família também podem ser causas da SAS.
Muitas vezes, por amarmos tanto os bichinhos, acabamos errando no tratamento e pioramos a situação.

Tratamento para a SAS

O tratamento pode ser a base de Florais, que atuem no medo e ansiedade do animal.

O tratamento com Florais é indicado também para o dono, pois geralmente os sintomas desenvolvidos pelo animal, foram gerados pelo dono. Ajuda a diminuir a ansiedade, impaciência e até sensação de culpa por achar que o animal está sofrendo.

A ansiedade é um problema sério para os cãezinhos, então fique atento se ele tem alguns dos sintomas, se ele fica triste demais quando você sai e se fica eufórico quando você volta, pois ele pode estar sofrendo de SAS.

Dicas úteis

  • Quando você for sair, não faça muita festa.
  • Não prolongue a sua saída para conversar com ele ou instigar sua ansiedade.
  • Deixe ele sozinho primeiramente, por um curto período de tempo.  Quando você voltar, novamente, também não faça muita festa.  Vá aumentando gradativamente o tempo que fica fora de casa, assim seu peludo vai se acostumando e vai entender que você vai voltar depois de um tempo. Somente fale algo positivo como, “bom garoto” ou “muito bem” e continue com a sua rotina.

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Aí quando você chega em casa, recebe um “lambeijo” desses…ahhh, não tem nada mais gratificante!!!